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Defesa Cibernética

O que o aluno estuda

Esse profissional atua na operacionalidade de redes de computadores, nos sistemas de conexão e avalia as ameaças de invasão. Planeja, especifica e desenvolve sistemas de proteção de redes e de equipamentos de tecnologia da informação. Investiga e monitora ataques, estabelece procedimentos contra invasão de redes e guerra eletrônica. Para isso, o aluno adquire várias competências voltadas para gerenciar e analisar contextos técnicos como requisitos de segurança cibernética em contratações para empresas privadas e órgãos públicos. Além disso, projeta e implanta programas sobre governança cibernética, normas e reconhecidos mundialmente, adotando soluções de criptografia aderentes à legislação específica. O ponto de vista da gestão e do empreendedorismo é abordado por disciplinas como Fundamentos da Administração, Gestão de Equipes, Empreendedorismo, Gestão Financeira e Orçamentária e Ética e Responsabilidade, complementadas por disciplinas básicas (Matemática, Comunicação e Expressão, Estatística Aplicada e Inglês) e também as que abordam as regulamentações e legislações vigentes, como Noções de Direito, Legislação Aplicada a TI e Propriedade Intelectual, Industrial e Patentes.

O que o profissional faz

O Tecnólogo em Defesa Cibernética é um profissional capaz de coordenar e gerenciar equipes, adotando soluções e projetos de proteção relacionados à defesa, guerra cibernética e vulnerabilidades sistêmicas, integrando sistemas de proteção cibernética aos sistemas de informação nas instituições privadas e públicas, com uso de bases de dados, recursos de redes de computadores e demais infraestruturas, adotando soluções de criptografia e observando as normas e legislações vigentes.

Onde trabalhar

O Tecnólogo em Defesa Cibernética está presente em praticamente todos os setores organizacionais privados e públicos: forças armadas, instituições federais como polícia federal, instituições estaduais como polícia militar, organizações não-governamentais, órgãos públicos, institutos e centros de pesquisa, além de poder atuar como perito forense em institutos, tribunais, câmaras de arbitragem e comarcas, bem como desenvolver assessoria forense computacional para entidades privadas.

Eixo tecnológico

Informação e Comunicação

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